Escolhi Cocorosie

16 nov

Pra responder apenas com os nomes de músicas de um artista de sua escolha.

 

Você é homem ou mulher:

girl and the geese

Descreva-se:

not for sale

Como se sente:

the sea is calm.

Descreva o lugar em que você mora:

brazilian sun

Se você pudesse ir pra qualquer lugar, pra onde iria?

tahiti rain song

Seu meio predileto de transporte:

horse porno

Seu melhor amigo:

werewolf

Você e s eu melhor amigo são:

rainbowarriors

Como está o tempo?

grey ocean

Sua hora do dia preferida:

afterlife party

Se sua vida fosse um seriado, como ele se chamaria?

tekno love song

O que é a vida pra você?

promise

Seu relacionamento:

black rainbow

Um medo:

the end of time

Que conselho daria?

good friday

Pensamento do dia:

bear hides and buffalo

Uma motivação:

sunshine

 

Anúncios

Sobre morte e gatos…

9 nov

No andar de baixo sempre tinha festas.Um barulho tão alto que minha insônia, agora, tinha um motivo para existir.Quando a música não estava alta, qnd havia um silêncio, eu já sabia, ela estava na janela apenas com uma camiseta branca que cobria todo o corpo até a altura dos joelhos.
No andar de baixo ela vivia sozinha.
Às vezes descia as escadas às pressas colocando os sapatos e o casaco pelo caminho.Às vezes podia sentir sua calma, quando a encontrava sentada na porta acariciando seus gatos.

Ah, os gatos…ela os adorava.

No andar de baixo eu evitava passar pela porta da frente.Um medo da sua extravagância talvez.Ou talvez da sua simplicidade.
As xicaras com restos de pó de café e biscoitos pela metade ficavam jogados por todo o pequeno apartamento. A porta sempe entreaberta possibilitava ,nas poucas vezes que eu passava por la, olhar todo o seu mundo.

Do andar de baixo os gatos andavam e miavam. Do andar de baixo eles subiam até o de cima.Do andar de baixo eles me faziam companhia.

E ela…parece que percebia que eu os agradava e sempre me olhava com um sorriso de quem me emprestara o carinho deles.
Com o andar de baixo eu me acostumei a uma vida que não era minha. Não eram os meus livros, não eram os meus jornais nem o meu barulho.No andar de baixo os livros eram melhores e desgastados, os jornais eram velhos e empilhados e o barulho, meu deus, era tanto…!!

No andar de baixo, um dia, a musica parou.
No andar de baixo, derepente, a porta fechou.

E os gatos , quando a viram caída no chão do banheiro, ainda rodiavam seus pés como se aquele apartamento vazio pudesse eternizar as circunstâncias…

Meus textos de 2007.. “descobrimos que éramos muito mais do que SOMOS.”

22 jul

Sempre com o novo chega a espectativa de melhoras ou, pelo menos, uma chance de mundança.
Sem a inovação os anos perderiam a graça, não se acreditaria em coisas absurdas mas possiveis e o conformismo.
É deixando o velho de lado que se abre espaço para poder criar, mas também não precisamos deixar o velho para trás.
O velho é reconfortante e bonito, um mecanismo humano em só armazenar boas recordações que libera a nostalgia.
O velho se veste pelas ruas da cidade e o novo é na cabeça.
A básica diferença, talvez, pro mundo se tornar no que é hoje.
Talvez ainda não esteja na hora de tornar o velho ultrapassado.
01/12/2007

Ele veio andando em nossa direção.
Ele veio andando em minha direção.
Achei que ele ia me pedir cigarro.
Achei que ele ia miar pedindo comida.
Mas não.
Mas não.
Até que ele veio bem simpatico.
Até que ele veio simpatico.
E conversou.
Miou.
E sentou procurando incenso.
E sentou procurando aconchego.
Um presente.
Uma lambida.
Amarra de paraquedista no meu sapato.
Arranhão no pé.
Um personagem.
Um mito.
Ficou por uns 30 minutos.
Ficou por uns 30 segundos.

Por que não ficou mais?
18/01/2007

Ele mia tão alto agora que perdeu os outros.
Os dois , numa semana só.
E eu epnsava “é o Peter!” , mas não. Era aquele que nunca abria a boca. Aquele que agora vai no quintal todas as noites se confortar na grama em que os outros deitavam. E olha a piscina , a mesa, e se deita.
Volta para dentro, eu me preocupo em ve-lo assim. Sob a luz verde do abajur ele se deita e eu digo “é o Peter!”, mas não.
Foi assim com o Sid também, mas agora é diferente.
Ele perdeu os dois e agora só tem a nós, que nem pra entende-lo servimos .

Estou feliz por ainda te-lo comigo.

26/01/2007

Meu interior não se exalta.
Sou como o mar sereno que, sem sinais da tempestade,muda;
ou simplismente pavoroso.
Como um gole ardido de whiski seguido do trago amargo da sua detestável marca de cigarro.
Ou como aquelas pessoas que te arrancam a inspiração. No melhor momento a idéia voa.

Como a felicidade que chega nos piores momentos, ou como a mudança desse ‘pior’ para o ‘melhor’.
Mas acima de tudo como a conformidade das coisas.

É como criar sua obra-prima e ela ser publicada com o nome do seu pior inimigo.
Criador e criatura não se aceitam nem nos melhores filmes, por que seria diferente agora?
Não aceitar não quer dizer não mudar
.

06/05/2007

Apresentando

12 jul

Isto é apenas um história.

“Há muito tempo nós já apreciavamos filmes franceses onde o cigarro era o toque especial de qualquer personagem. Agora, nossa turma já estava consolidada, um círculo de amizades fortíssimas, quase um pacto de sangue de irmandade e lealdade. Aos poucos essa forte amizade se transformou em um amor profundo, respeito e carinho. Éramos jovens, diferentes de todos ao nosso redor, inclassificáveis como nerds, junkies ou ” a turma do fundão”. Tinha de tudo um pouco. E, para começar essa série, nada melhor do que explicar cada uma dessas mentes brilhantes.

J. – Era o típico amante da literatura, seja ela medieval, contemporânea ou moderna. Emplacar discuções fervorosas sobre religião e contestar a existência de um Deus, era um dos seus jogos favoritos. Era o esteriótipo marrudo, um dos únicos tão jovem e com tantos pêlos no corpo. Engraçado e muito charmoso, fazia sucesso com meninas que não faziam parte dessa irmandade. Visto como um conselheiro, realista e também um pouco maluco, era um contador de histórias infalível. Engraçado e quando HIGH, provocava risos incontidos em toda galera.

LA. – Uma flor. Era a mais doce dentre as meninas dali. Excêntrica, tinha cheirinho das flores de maracujá. Fazia tudo o que ninguém mais fazia, dançava, representava, usava longas saias coloridas para realçar a beleza dos movimentos. Esguia, alta, era bela por fora e por dentro e encantava com rapidez quem estava por perto. Carinhosa, manhosa, eu e ela nos divertíamos muito com as ‘palhaçadas’ de J.

M. – Um perdido, com certeza era o mais junkie de todos. Fala e pensa FODA-SE com facilidade, porém tem seus encantos. Quando queria alguma coisa ele usava a tática dos seus animais preferidos: os felinos. Vinha de mansinho e começava a fazer aquele charminho típico, só faltava ronronar. Ganhou facilmente a confiança e amor de todos com esse jeito peculiar de ser. Foi um dos fundadores de tudo isso, portanto, um elo essencial.

AA. – Sempre esteve por perto, porém distante. Era autêntica, extrovertida e era a que mais sobressaia em excentricidades. Vivia com mil histórias pra contar, bagagem cheia, e pronta para ir pra qualquer lugar a que lhe chamassem. Era a dona dos escandalos, porém uma das mais amadas e inseparáveis, apesar de não abusar dos canecos, outros tipos de substâncias eram sempre bem-vindas.

JU. – Era vegetariano e vivia numa filosofia de vida onde drogas não eram vistas com bons olhos. Vivia em shows de hardcore, era um tipo alto, 2×2, um verdadeiro urso fofo e carinhoso. Apesar de suas filosofia, éramos irmãos, e ele não via mal nenhum em seu estilo de vida ser completamente diferente do nosso.

I. – maluco por literatura e poesia. Um dos mais introspectivos da turma. Começava papos filosóficos a qualquer momento. Era um ser compreendido apenas por um único outro garoto da turma, era um mistério para o restante.

RU- Lindo. Robusto, pele bronzeada, cabelos mutativos, ora de dreads, ora raspado e piercings. Deixava qualquer garota babando. Tinha um dom muito relevante, o do desenho. Era criativo e ativo. Sua personalidade era forte, enfrentava qualquer um. Era divertido, fazia coisas de muleque, o que adoravamos, fazia coisas proibidas e desfrutava dessas sensações. Era um doce e um dos mais queridos.

Mr- Linda, a verdadeira mulher. Seus grandes lábios deixavam muitos loucos. Tinha casos e casos espalhados pela cidade, homens que caiam em seus pés. Sua personalidade marrenta, desenpedida e libertadora fazia com que todos se aproximassem dela tentando desvenda-la e acabava virando o jogo e criando admiradores e apaixonados por onde passava. Deixava claro a quem amava ou não. Para ela não existia meio-termo de nada, ou sente ou não sente. Ela era uma borboleta.

NE- era a mais amiga de muitos ali. Todos queriam seu conselho, opnião, ponto de vista. Companheira e disposta a ouvir quem tivesse um problema pra contar. Ponderada e ao mesmo tempo louca e cheia ‘quero mais’. Vivia grudada com mais 3 pessoas do grupo, como se fossem o núcleo de algo que posteriormente se tornou a relação toda.

Bu- Era o ponto forte da turma. O engraçado, sínico, ironico, debochado. Era capaz de fazer-se odiado e amado extremamente e ao mesmo tempo. Era o rei do charminho. Sem muitas palavras, ele era o adorado, o reizinho da turma. Leonino, sempre foi o centro das atenções.

XU – Era o amor. Ele condesava o sentimentos de todos ali. Todo sentimento criado, no fundo, era por ele. Todos se amavam por amarem XU.

E eu – NT – que não saberei me classificar, mas era a que mais dançava. Acho que era tipo uma ‘mãe’ e ficava muito brava, as vezes.”

Brazilian Sun

6 jul

Brazilian Sun é uma música. É das meninas da banda Cocorosie, que é a banda que eu mais gosto atualmente (atualmente = 5 anos!). Elas são tão mutáveis, tão inconstantes e tão autênticas que é impossível enjoar do trabalho delas. Além de música, elas produzem outras formas de arte; Bianca Casady faz uns desenhos incríveis, sempre coloridos e com toques até macabros. A maquiagem e o figurino excêntricos são marca registrada dessas duas, que vivem com barbas, bigodes e lágrimas estampados na cara. Elas são lindas, são meigas, são complexas, vivem quebrando tabus sexuais e criando discussões fervorosas entre seus fãs. E elas fizeram essa musica: Brazilian Sun, que pra mim, diz tudo em 2 frases.

Último clipe,lançado esse ano:

http://www.youtube.com/watch?v=tu3EcAHdHlE

ENJOYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYY

Geladeira uó? Aqui em casa não…

6 jul

Esse é o primeiro post, propriamente dito. Aproveitei a época de férias para fazer esse blog, sempre tive vários, porém com a vida agitada fica difícil mante-los em ordem. Mas esse vai!

Bom, vou começar com umas dicas bem legais. Hoje em dia o ‘Faça você Mesmo’ está mega em alta! Com o orçamento apertado é, com certeza, a melhor solução para deixarmos nossas casas mais arrumadinhas e bonitas. Em casa de jovem é preciso ter alegria e esses pequenos detalhes que sempre fazem a diferença. Nossa geladeira era UÓ, era bege, toda estranha, colamos alguns adesivos pra ver se melhorava porém só piorou. Até que eu e minha irmã, agora de férias e sem nada pra fazer após as 18hs, resolvemos pintá-la. Há algum tempo atrás, minha irmã ganhou uma latinha de tinta Souvenir pelo site, num tom de azul muito bonito, e como ela estava aqui ‘dando sopa’ resolvemos usá-la. Ou seja, o custo foi ZERO.

É tão simples.. basta pegar sua antiga Gela, um rolinho, a tinta e mãos a obra! Se sujar os cantinho é só limpar com um pano rapidinho que não tem erro. Vale a pena o resultado:

ANTES

 

e….

 

DEPOIS!

A foto está bem ruinzinha, mas dápra ter uma noção… ficou lindinha, depois que secou totalmente os manchados sumiram e ela ficou com uma textura ÓTIMA, espero que não estrague com o tempo, e vai ficar um pouco mais dificil de limpar já que ela não ficou liiiiiisa. Mas é isso aí, amei, e agora temos uma geladeira retrô em casa!

Mão na massa, é só ter coragem e  meter a mão que tudo dá certo , hehehe ;]

beijosssssss